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CDL critica deputados de MT e defende até 8 anos para aplicar lei

O presidente da CDL de Cuiabá, Júnior Macagnam, critica a decisão da Câmara Federal sobre jornada de trabalho.

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Júnior Macagnam critica decisão da Câmara Federal sobre jornada de trabalho e pede mais tempo para adaptação.

O presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Cuiabá, Júnior Macagnam, criticou a recente decisão da Câmara Federal que aboliu a escala 6×1, classificando-a como um exemplo de "populismo eleitoral". A mudança, aprovada na noite de quarta-feira, foi vista por Macagnam como prejudicial para os empresários, especialmente em um contexto de escassez de mão de obra. Para ele, a implementação de uma nova jornada de trabalho deve ser acompanhada de um prazo mais amplo para adaptação, sugerindo que esse período poderia chegar a até 8 anos. Essa proposta visa garantir que os empresários possam se ajustar adequadamente às novas exigências legais, evitando impactos negativos em suas operações.

O que aconteceu

Júnior Macagnam, presidente da CDL de Cuiabá, criticou a decisão da Câmara Federal que aboliu a escala 6×1.

Por que importa

A decisão é vista como populismo eleitoral e pode impactar a adaptação dos empresários às novas exigências.

Pontos-chave

  • Júnior Macagnam criticou a decisão da Câmara Federal sobre a jornada de trabalho.
  • Ele classificou a mudança como "populismo eleitoral".
  • Macagnam defende um prazo de até 8 anos para a implementação da nova jornada.

Frases-chave

"populismo eleitoral"

"ampliação para implantar nova jornada é necessária devido à mão de obra escassa"

Fonte original: Midia Newsleia a matéria completa no site original

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