Deputado Fabinho cobra explicações da Energisa sobre fechamento de atendimento presencial em Várzea Grande
O deputado Fabinho Tardin (Podemos) questiona a Energisa sobre o fechamento de postos de atendimento.
Fabinho critica a falta de respeito da Energisa com os consumidores em Várzea Grande.
O deputado estadual Fabinho Tardin (Podemos) utilizou a tribuna da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) nesta quarta-feira (27) para exigir explicações da Energisa sobre a falta de atendimento presencial em Várzea Grande e o fechamento do posto de atendimento no Ganha Tempo, localizado no bairro Cristo Rei. Durante a sessão plenária, Fabinho afirmou que a concessionária não demonstra respeito pelos consumidores, uma vez que a única loja que realizava atendimento presencial agora opera apenas com canais digitais.
O deputado ressaltou que, apesar de a Energisa ter faturado bilhões e renovado sua concessão por mais 30 anos, os consumidores continuam enfrentando dificuldades, especialmente em Várzea Grande. Ele mencionou que muitos cidadãos, incluindo aqueles dos bairros Sadia III e Capão Grande, se deslocam longas distâncias apenas para emitir uma segunda via da conta de energia, apenas para se deparar com a ausência de atendimento físico. "Estamos apresentando mais um requerimento para que a Energisa responda o mais rápido possível e possamos resolver essa situação de uma vez por todas", declarou.
Fabinho também é o autor da Lei nº 13.156/2025, que obriga concessionárias e prestadoras de serviços a fornecerem faturas impressas sempre que solicitado por consumidores idosos. O deputado destacou as dificuldades enfrentadas por pessoas da terceira idade e moradores da zona rural, que têm ainda mais desafios devido à falta de atendimento presencial. "É inadmissível que uma empresa que arrecada bilhões por ano dos várzea-grandenses e dos mato-grossenses ofereça esse tipo de atendimento, sendo o único canal disponível ao consumidor", enfatizou.
A situação levantada por Fabinho reflete um descontentamento crescente entre os consumidores de Várzea Grande, que se sentem desassistidos pela concessionária de energia. A falta de opções de atendimento presencial pode impactar negativamente a relação entre a empresa e seus clientes, especialmente em um contexto onde muitos dependem de serviços físicos para resolver questões relacionadas à conta de energia.
O deputado Fabinho Tardin (Podemos) cobrou explicações da Energisa sobre o fechamento de postos de atendimento presencial em Várzea Grande.
A falta de atendimento presencial afeta diretamente os consumidores, especialmente os mais vulneráveis, como idosos e moradores da zona rural.
Pontos-chave
- Fabinho Tardin cobra explicações da Energisa sobre fechamento de atendimento presencial.
- A Energisa agora opera apenas com atendimento digital em Várzea Grande.
- Consumidores enfrentam dificuldades para acessar serviços essenciais.
- Fabinho é autor da lei que garante faturas impressas para idosos.
- A falta de atendimento presencial afeta especialmente idosos e moradores da zona rural.
Frases-chave
"Mais uma vez recebemos informações de que a Energisa não valoriza seus clientes."
"É inadmissível que uma empresa que arrecada bilhões por ano… ofereça esse tipo de atendimento."
"Estamos apresentando mais um requerimento para que a Energisa responda o mais rápido possível."
Fonte original: Assembleia Legislativa MT — leia a matéria completa no site original
Redação do Opinião 360.
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