TJ mantém penhora de R$ 69 milhões de empresário por dívida de IPTU em Cuiabá
O Tribunal de Justiça de Mato Grosso manteve a penhora de R$ 69 milhões de um empresário em Cuiabá.

Decisão do TJ inclui a penhora de duas fazendas do empresário.
O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJ-MT) confirmou a penhora de R$ 69 milhões de um empresário em Cuiabá, como consequência da inadimplência no pagamento do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU). A medida inclui a penhora de duas fazendas do empresário, que foram confiscadas para assegurar a quitação da dívida tributária. Essa decisão do TJ-MT ressalta a importância do cumprimento das obrigações fiscais e a postura rigorosa da Justiça em relação à inadimplência tributária. O caso evidencia a necessidade de os contribuintes manterem suas obrigações em dia, evitando sanções que podem impactar severamente seus bens.
O Tribunal de Justiça de Mato Grosso manteve a penhora de R$ 69 milhões de um empresário por não pagamento de IPTU.
A decisão destaca a responsabilidade dos contribuintes e a postura rigorosa do TJ em relação à inadimplência tributária.
Números da matéria
Pontos-chave
- O Tribunal de Justiça de Mato Grosso manteve a penhora de R$ 69 milhões de um empresário em Cuiabá, incluindo duas fazendas como parte da ação judicial.
- A decisão reflete a postura rigorosa do TJ-MT em relação à inadimplência tributária.
Fonte original: Folha Max — leia a matéria completa no site original
Redação do Opinião 360.
Mais em Política
Ver editoriaUFMT suspende aulas para facilitar retorno de alunos para votação
Universidade Federal de Mato Grosso suspende atividades para garantir que alunos votem no segundo turno.
Câmara MunicipalCâmara Municipal de Cuiabá homenageia jornalista Lauristela Guimarães com sala de imprensa
Projeto de resolução denomina sala de imprensa em homenagem à jornalista Lauristela Guimarães Araújo.
PolíticaMobilização da direita em MT reúne prefeitos em apoio a Flávio Bolsonaro
Evento em Cuiabá visa fortalecer apoio ao candidato no segundo turno das eleições.

