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Defesa argumenta que STF não tem jurisdição sobre esposa de lobista

A defesa de Mirian Ribeiro Rodrigues de Mello Gonçalves alega que o STF não pode julgá-la.

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Mirian Ribeiro Rodrigues de Mello Gonçalves é investigada na Operação Sisamnes por suposto envolvimento em esquema de corrupção.

A advogada Mirian Ribeiro Rodrigues de Mello Gonçalves, esposa do lobista Andreson de Oliveira Gonçalves, enfrenta investigações da Procuradoria-Geral da República (PGR) no contexto da Operação Sisamnes. Ela é acusada de integrar um esquema de comercialização de sentenças, que teria sido organizado por seu marido. Em resposta a essas acusações, a defesa de Mirian apresentou uma manifestação ao Supremo Tribunal Federal (STF), sustentando que a Corte não tem jurisdição para julgá-la. Essa argumentação se baseia na alegação de que a conexão entre Mirian e as atividades ilícitas atribuídas a seu marido não justifica a competência do STF no caso. A situação levanta questões sobre a extensão da jurisdição do STF em casos que envolvem familiares de investigados, especialmente em contextos de corrupção e tráfico de influência.

O que aconteceu

A defesa de Mirian Ribeiro Rodrigues de Mello Gonçalves apresentou resposta à denúncia da PGR, alegando que o STF não pode julgá-la.

Por que importa

A argumentação da defesa pode impactar a jurisdição do STF em casos envolvendo familiares de investigados.

Pontos-chave

  • Mirian Ribeiro Rodrigues de Mello Gonçalves é investigada na Operação Sisamnes por suposto envolvimento em esquema de corrupção.
  • A defesa de Mirian Ribeiro Rodrigues de Mello Gonçalves argumenta que o STF não tem jurisdição para julgá-la.
  • Andreson de Oliveira Gonçalves, marido de Mirian Ribeiro, é o lobista central na investigação.

Fonte original: Folha Maxleia a matéria completa no site original

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