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TCE valida desapropriação para abrigo em Cuiabá após inconformismo de vereador

O TCE validou a desapropriação de um terreno para abrigo em Cuiabá, negando pedido de bloqueio de R$ 350 mil.

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Vereador questionou a desapropriação em Cuiabá, mas o TCE manteve a decisão.

O Tribunal de Contas do Estado (TCE) confirmou a validade da desapropriação de um terreno para a construção de um abrigo em Cuiabá, mesmo diante do inconformismo manifestado por um vereador. O pedido do vereador para bloquear o pagamento de R$ 350 mil, relacionado à desapropriação, foi rejeitado pelo TCE, que decidiu manter a operação conforme os trâmites legais. Essa decisão garante a continuidade do projeto de abrigo, que visa atender a uma demanda social na região.

O vereador, que não teve seu nome mencionado na decisão, expressou preocupações sobre a legalidade e a necessidade da desapropriação, mas o TCE avaliou que os procedimentos foram seguidos corretamente. A desapropriação é um passo importante para a implementação de políticas públicas voltadas ao acolhimento e assistência social, refletindo um compromisso com a melhoria das condições de vida de grupos vulneráveis na cidade.

Com a negativa do pedido de bloqueio, o processo de desapropriação avança, permitindo que o abrigo comece a ser construído em breve. O TCE reafirma sua função de fiscalizar e garantir que os recursos públicos sejam utilizados de maneira adequada, assegurando que iniciativas como esta sejam levadas adiante sem entraves legais.

O que aconteceu

O TCE validou a desapropriação de um terreno para abrigo em Cuiabá, negando um pedido de bloqueio de R$ 350 mil.

Por que importa

A decisão do TCE permite a continuidade do projeto de abrigo, essencial para atender a demanda social.

Números da matéria

  • R$ 350 milvalor do pedido de bloqueio relacionado à desapropriação

Pontos-chave

  • O TCE validou a desapropriação de um terreno para abrigo em Cuiabá.
  • Um vereador questionou a legalidade da desapropriação em Cuiabá.
  • O pedido de bloqueio de R$ 350 mil foi negado pelo TCE.

Fonte original: Folha Maxleia a matéria completa no site original

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