Estudantes da UFMT protestam por expulsão de alunos investigados por lista ofensiva
Estudantes da UFMT pedem a expulsão de dois alunos por lista ofensiva.

A manifestação ocorreu em resposta a uma lista que classificava colegas como "estupráveis".
Na sexta-feira (29), estudantes da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) realizaram um ato em protesto contra dois alunos que estão sendo investigados por criar uma lista que classificava colegas do campo como "estupráveis". A manifestação, promovida pelo Movimento Correnteza, contou com o apoio do Movimento de Mulheres Olga Benário e percorreu as ruas nas proximidades da universidade.
Os manifestantes exigem a expulsão dos alunos envolvidos na elaboração da lista, que gerou indignação entre a comunidade acadêmica e a sociedade em geral. A representante do coletivo Olga Benário destacou a gravidade da situação e a necessidade de um ambiente seguro e respeitoso para todos os estudantes.
Esse ato é parte de uma série de mobilizações que visam combater a cultura do machismo e a violência de gênero dentro das instituições de ensino. Os estudantes afirmam que atitudes como a dos alunos investigados não podem ser toleradas e que a universidade deve tomar medidas rigorosas para garantir a segurança e o respeito entre todos os seus membros.
Estudantes da UFMT realizaram um ato pedindo a expulsão de dois alunos investigados por uma lista ofensiva.
O ato reflete a luta contra a violência de gênero e a necessidade de um ambiente seguro nas universidades.
Pontos-chave
- Estudantes da UFMT realizaram um ato em 29 de maio de 2026.
- O protesto pede a expulsão de dois alunos investigados por uma lista ofensiva que rotulava colegas do campo como "estupráveis".
- A manifestação foi organizada pelo Movimento Correnteza e apoiada pelo Movimento de Mulheres Olga Benário, que destacou a gravidade da situação.
Frases-chave
"A universidade deve tomar medidas rigorosas para garantir a segurança e o respeito entre todos os seus membros."
Fonte original: Folha Max — leia a matéria completa no site original
Redação do Opinião 360.
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