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Governo, Assembleia, Câmara de Cuiabá, Justiça e o que Brasília decide para Mato Grosso.
A Justiça de Mato Grosso ordenou que o senador Jayme Campos (União) pare atividades em fazenda desmatada.

Senador Flávio Bolsonaro afirmou que a crise com Michelle é uma ‘página virada’.

Gustavo Gayer foi condenado a pagar R$ 20 mil por associar o PT à facada em Bolsonaro.

O Tribunal de Contas do Estado multou o prefeito por não convocar aprovados em concurso público.

O juiz Marcio Aparecido Guedes autorizou a recuperação judicial da Guizardi Junior Construtora, que declarou dívidas de R$ 18,6 milhões.

A Justiça de Cuiabá ordenou que a MTPREV reanalise a aposentadoria de Marcel Souza de Cursi.

A Politec concluiu que o incêndio na Prefeitura de Várzea Grande não foi criminoso, mas acidental.

O prefeito de Primavera do Leste, Sérgio Machnic (PL), apoia Otaviano Pivetta (Republicanos) ao governo de MT.

O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) anunciou planos para privatizar a Arena Pantanal.

O governo federal estuda aumentar o teto de faturamento do MEI para R$ 140 mil.

O Governo de Mato Grosso pagará os salários de junho na segunda-feira, totalizando R$ 833.564.553.

O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), justifica a retirada de árvores na Avenida Fernando Corrêa.

Ministros do STF votaram para liberar pagamento de penduricalhos a juízes e procuradores.

O CNJ arquivou uma reclamação contra desembargadores do TJMT por duplicidade de processos relacionados a servidores fantasmas.

O vereador Michel Lucas Rocha Souza (União Brasil) de Alto Taquari perdeu seu mandato por injúria eleitoral e racismo.

O ministro Dias Toffoli votou para manter anulada a eleição da Mesa Diretora da Câmara de Várzea Grande que reelegeu Wanderley Cerqueira (MDB).

Eduardo Pivetta, presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, se desculpa por erros em projetos de lei.

O 2º Congresso Nacional de Emergência e Segurança Viária discutiu a padronização do atendimento às vítimas de acidentes.

O MBA em Gestão de Cidades do TCE-MT discute finanças públicas e responsabilidade fiscal.

Mhayra Alves Pacheco Abes, ex-assessora do TJ-MT, nega envolvimento em esquema de influência.
