Val Marchiori nega dívida e planeja recorrer de condenação judicial
A empresária e seu marido foram condenados a pagar R$ 3,4 mil a um eletricista, Lucas Soares Ferreira.

A empresária e seu marido foram condenados a pagar R$ 3,4 mil a um eletricista, Lucas Soares Ferreira.
Val Marchiori e seu marido, Amilton Augusto, foram condenados a pagar R$ 3,4 mil a um eletricista, Lucas Soares Ferreira, por serviços realizados em seu imóvel em Angra dos Reis, Rio de Janeiro. A decisão foi proferida em 9 de outubro pela Vara do Juizado Especial Cível e Criminal da Comarca de Araras, em São Paulo, após uma ação judicial movida em agosto. O eletricista alegou que foi contratado para realizar uma inspeção elétrica e pequenos reparos, e que o casal não honrou o compromisso de pagamento.
Marchiori se manifestou em nota, afirmando que, como pessoa pública, frequentemente se vê envolvida em situações injustas e que seu nome é utilizado de forma indevida. Ela destacou que o proprietário da empresa responsável pela troca de energia solar reconheceu má-fé na conduta do eletricista. "Repudio profundamente a forma como essa situação vem sendo conduzida e divulgada. Como demonstram as conversas apresentadas, o próprio proprietário da empresa responsável pelo serviço relacionado à troca de energia solar reconheceu que houve má-fé na conduta do profissional envolvido.", disse. A empresária ainda ressaltou que tanto ela quanto seu marido não reconhecem a dívida e que pretendem recorrer da decisão judicial, não por conta do valor, mas por uma questão de honra e justiça.
O processo judicial incluiu também o engenheiro André Alves Justino, que atuou como intermediador na contratação dos serviços. Lucas Soares Ferreira relatou que a contratação ocorreu após uma reunião com o casal e que os serviços foram realizados em maio. Ele afirmou que Val e Amilton estavam cientes da pendência financeira e que Amilton teria ameaçado processá-lo. O juiz Paulo Rogério Malvezzi, ao decidir o caso, entendeu que o serviço foi realizado em benefício direto dos réus e rejeitou a alegação de que eles seriam apenas destinatários finais do projeto. O pedido de indenização por danos morais foi negado, pois não foram apresentadas provas suficientes das ameaças alegadas.
Val Marchiori e Amilton Augusto foram condenados a pagar R$ 3,4 mil a um eletricista por serviços realizados em seu imóvel.
A condenação levanta questões sobre a responsabilidade de pessoas públicas em contratos e a atuação de intermediários.
Contexto
A condenação de Val Marchiori e Amilton Augusto destaca questões sobre a responsabilidade de pessoas públicas em contratos e serviços prestados, especialmente em casos onde há alegações de má-fé e injustiça. O caso também levanta discussões sobre a atuação de intermediários em contratos de prestação de serviços.
O que vem a seguir
Marchiori e seu marido planejam recorrer da decisão judicial.
Números da matéria
Pontos-chave
- Val Marchiori e Amilton Augusto foram condenados a pagar R$ 3,4 mil a um eletricista, Lucas Soares Ferreira, por serviços não pagos.
- A decisão foi proferida em 9 de outubro pela Vara do Juizado Especial Cível e Criminal da Comarca de Araras, em São Paulo.
- Val Marchiori nega a dívida e afirma que recorrerá da decisão judicial por uma questão de honra.
- O eletricista, Lucas Soares Ferreira, alegou que o casal estava ciente da pendência financeira e que Amilton o ameaçou.
- O pedido de indenização por danos morais foi negado pelo juiz, Paulo Rogério Malvezzi, que não encontrou provas suficientes.
Frases
"Repudio profundamente a forma como essa situação vem sendo conduzida e divulgada. Como demonstram as conversas apresentadas, o próprio proprietário da empresa responsável pelo serviço relacionado à troca de energia solar reconheceu que houve má-fé na conduta do profissional envolvido."
"Não se trata de dinheiro. Trata-se da verdade, da minha honra e da honra da minha família."
"Quero deixar claro: nem eu nem meu marido reconhecemos essa dívida ou qualquer responsabilidade por ela."
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Fonte original: Midia News — leia a matéria completa no site original
Redação do Opinião 360.

