Alunos da UFMT são denunciados por racismo em grupo de WhatsApp
Três alunos da UFMT foram denunciados por racismo em um grupo de WhatsApp após discussões políticas.

Três alunos do curso de economia da UFMT foram denunciados após ofensas racistas em discussões políticas.
Três alunos do curso de economia da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) foram denunciados por racismo após uma discussão política em grupos de WhatsApp. O caso começou quando um aluno enviou uma figurinha do presidente Lula, insinuando que ele era ladrão por causa de sua cor de pele. Após essa mensagem, o aluno foi removido do grupo "Informes-Economia", mas outro estudante rapidamente proferiu ofensas racistas, chamando um colega de "carvão". Este também foi removido, e o grupo foi trancado para novas mensagens.
Entretanto, as ofensas racistas continuaram no grupo "Geral", administrado pela atlética Monopólio. Mensagens como "Por causa de você, preto lá tá achando que tem direito agora" foram compartilhadas, além de declarações misóginas, onde um aluno expressou desprezo pelas mulheres, afirmando que só se importava com sua filha. A situação gerou indignação, e uma testemunha decidiu registrar o caso junto às autoridades, relatando que os diretores da Atlética Monopólio não tomaram providências para coibir as ofensas.
Atualmente, o caso está sendo investigado pela Polícia Civil, mas até o momento, não houve prisões. A UFMT também está apurando a situação, buscando medidas para lidar com o racismo e a misoginia dentro de sua comunidade acadêmica.
Três alunos do curso de economia da UFMT foram denunciados por racismo em grupos de WhatsApp após uma discussão política.
O caso expõe a persistência do racismo e misoginia no ambiente acadêmico, levantando questões sobre a responsabilidade das instituições.
Pontos-chave
- Três alunos do curso de economia da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) foram denunciados por racismo em grupos de WhatsApp.
- As ofensas racistas incluíram insinuações sobre o presidente Lula, que foi chamado de ladrão pela cor de pele, e ataques a colegas, como "E aí, carvão?".
- Uma testemunha registrou o caso, alegando que os diretores da Atlética Monopólio nada fizeram para coibir as ofensas racistas.
Fonte original: Olhar Direto — leia a matéria completa no site original
Redação do Opinião 360.
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