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Política 25 de setembro de 2026

STJ mantém provas contra empresários em esquema de R$ 140 milhões

O STJ confirmou a validade das provas contra Filipe e Michelle Faccio, envolvidos em esquema de R$ 140 milhões.

Decisão do STJ reforça investigações sobre desvio de recursos públicos.

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) confirmou a validade das provas contra os empresários Filipe Faccio e Michelle Faccio, que estão sendo investigados na Operação Safra Desviada. A operação, deflagrada em fevereiro pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), apura um esquema de desvio de R$ 140 milhões, levantando sérias questões sobre a integridade na gestão de recursos públicos.

A decisão do STJ foi tomada após a defesa dos empresários apresentar um recurso visando anular os Relatórios de Inteligência Financeira que fundamentam as investigações. No entanto, o tribunal negou o pedido, mantendo assim a validade das provas que podem ser cruciais para o andamento do processo.

Esse desdobramento é significativo, pois reforça a continuidade das investigações e a possibilidade de responsabilização dos envolvidos no esquema. A Operação Safra Desviada é um marco na luta contra a corrupção e o desvio de recursos públicos, e a decisão do STJ pode ter implicações importantes para o futuro dos empresários e para a transparência na administração pública.

O que aconteceu

O STJ confirmou a validade das provas contra os empresários Filipe e Michelle Faccio, investigados em um esquema de R$ 140 milhões.

Por que importa

A decisão do STJ é crucial para o andamento das investigações sobre corrupção e desvio de recursos públicos.

Números da matéria

R$ 140 milhõesvalor do desvio investigado na Operação Safra Desviada

Pontos-chave

  • O STJ manteve a validade das provas contra Filipe e Michelle Faccio.
  • Os empresários Filipe e Michelle Faccio estão sendo investigados na Operação Safra Desviada, que apura um desvio de R$ 140 milhões.
  • A defesa de Filipe e Michelle Faccio tentou anular os Relatórios de Inteligência Financeira, mas o pedido foi negado.
  • A operação foi deflagrada em fevereiro pelo Gaeco.
  • A decisão do STJ reforça as investigações sobre corrupção e gestão de recursos públicos.

Fonte original: Midia News — leia a matéria completa no site original

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