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Polícia 23 de setembro de 2026

Angeliquinha deve cumprir pena de 260 anos em Mato Grosso após prisão na Bolívia

Angélica Saraiva de Sá, conhecida como ‘Angeliquinha’, deve cumprir 260 anos de pena em MT.

Angélica Saraiva de Sá, a 'Angeliquinha', retorna ao Brasil para cumprir pena por crimes graves.

Angélica Saraiva de Sá, conhecida como 'Angeliquinha', deve retornar ao Brasil para cumprir uma pena total de 260 anos em Mato Grosso. Ela é apontada como uma criminosa de alta periculosidade e, em 2025, conseguiu fugir do presídio Ana Maria do Couto, localizado em Cuiabá. Recentemente, Angeliquinha foi presa na Bolívia, onde estava foragida. Sua condenação abrange diversos crimes, incluindo homicídio, extorsão, lavagem de dinheiro e organização criminosa, refletindo a gravidade de suas ações no cenário criminal brasileiro.

A fuga de Angeliquinha do presídio em Cuiabá gerou grande repercussão e preocupação nas autoridades locais, que intensificaram as medidas de segurança nas unidades prisionais. Agora, com sua prisão na Bolívia, as autoridades brasileiras se preparam para sua extradição e retorno ao país, onde deverá cumprir a longa pena imposta. O caso destaca os desafios enfrentados pelo sistema penitenciário e a necessidade de estratégias eficazes para lidar com criminosos de alta periculosidade.

O que aconteceu

Angélica Saraiva de Sá, a 'Angeliquinha', deve retornar ao Brasil para cumprir 260 anos de pena por crimes graves.

Por que importa

O caso destaca os desafios do sistema prisional brasileiro e a segurança de detentos perigosos.

Números da matéria

260 anospena total acumulada por Angeliquinha
2025ano em que Angeliquinha fugiu do presídio Ana Maria do Couto

Pontos-chave

  • Angélica Saraiva de Sá, conhecida como 'Angeliquinha', deve cumprir 260 anos de pena em Mato Grosso.
  • Angeliquinha foi presa na Bolívia após fugir do presídio Ana Maria do Couto em Cuiabá.
  • Angeliquinha é condenada por homicídio, extorsão, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

Fonte original: Folha Max — leia a matéria completa no site original

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