Juiz nega tese de legítima defesa e manda PM a júri após 10 anos de caso
O juiz negou a absolvição do PM Waldir Félix, que alegava legítima defesa em caso de homicídio.

O policial Waldir Félix de Oliveira Paixão Júnior é acusado de homicídio em retaliação a um colega morto em 2016.
O juiz da Justiça de Mato Grosso decidiu que o policial militar Waldir Félix de Oliveira Paixão Júnior será levado a júri popular, após negar o pedido de absolvição sumária. O caso, que remonta a 2016, envolve a acusação de que o PM matou um jovem em retaliação à morte de um colega de farda. A defesa de Waldir Félix sustentava que ele agiu em legítima defesa, mas o juiz não aceitou essa tese, determinando que o processo avance para o tribunal. A decisão marca um desdobramento significativo em um caso que já se arrasta por uma década, refletindo a complexidade das questões de segurança pública e justiça no estado.
O juiz da Justiça de Mato Grosso decidiu que o policial militar Waldir Félix de Oliveira Paixão Júnior será levado a júri popular, após negar o pedido de absolvição sumária.
A decisão reflete a complexidade das questões de segurança pública e justiça no estado, especialmente em casos envolvendo a polícia.
Pontos-chave
- O juiz negou a tese de legítima defesa do policial Waldir Félix de Oliveira Paixão Júnior.
- O caso remonta a 2016, quando o policial é acusado de matar um jovem.
- A decisão do juiz determina que o policial irá a júri popular após dez anos de espera.
Fonte original: Midia News — leia a matéria completa no site original
Redação do Opinião 360.
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