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Política 5 de setembro de 2026

Lulinha afirma que relatórios da PF evidenciam perseguição política

A defesa de Lulinha alega que relatórios da PF provam perseguição política.

Fábio Luís Lula da Silva defende que documentos da PF provam falta de conexão com investigações.

A defesa de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha e filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), divulgou uma nota à imprensa na última sexta-feira (4/9) afirmando que os relatórios de inteligência da Polícia Federal (PF) tornados públicos evidenciam a falta de conexão entre Lulinha e as investigações em andamento. A nota surge em um contexto de tensão entre os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), e sugere que os documentos reforçam a tese de que Lulinha está sendo alvo de uma perseguição política. Essa declaração de Lulinha ocorre em um momento delicado, onde a relação entre os poderes Executivo e Judiciário está sob escrutínio, especialmente em relação às ações da PF e suas implicações políticas. A defesa de Lulinha busca, assim, deslegitimar as acusações que possam surgir a partir dos relatórios, enfatizando que não há fundamento nas investigações que o envolvem.

O que aconteceu

A defesa de Lulinha divulgou nota afirmando que relatórios da PF provam perseguição política.

Por que importa

A declaração ocorre em um contexto de crise entre ministros do STF e levanta questões sobre a relação entre os poderes.

Pontos-chave

  • Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, afirma que relatórios da PF provam perseguição política.
  • A defesa de Lulinha argumenta que não há conexão entre ele e as investigações em curso.
  • Os relatórios foram divulgados em meio à crise entre os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça.

Fonte original: Folha Max — leia a matéria completa no site original

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