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Política 28 de agosto de 2026

TJ mantém afastamento de juiz acusado de receber propina em MT

O TJMT decidiu manter o afastamento do juiz Paulo Martini, acusado de corrupção.

O juiz Paulo Martini permanece afastado após acusações de corrupção.

O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) decidiu manter o afastamento do juiz Paulo Martini, que atuava na Primeira Vara Cível de Sinop, em meio a acusações de corrupção. A Corregedoria-Geral de Justiça determinou que o afastamento se mantivesse, mesmo após a prescrição da ação penal contra Martini, que terá que ser referendada pelo Órgão Especial do TJMT. Essa decisão ocorre em um contexto onde Martini já havia sido condenado à perda do cargo em 2016, em decorrência de um suposto pedido de propina, o que levanta preocupações sobre a ética e a transparência no judiciário mato-grossense. A situação de Martini é emblemática, refletindo os desafios enfrentados pelo sistema judiciário na luta contra a corrupção e a necessidade de garantir a confiança pública nas instituições. O desfecho desse caso ainda depende da análise do Órgão Especial do TJMT, que terá a responsabilidade de avaliar as implicações legais do afastamento e da prescrição da ação penal.

O que aconteceu

O Tribunal de Justiça de Mato Grosso decidiu manter o afastamento do juiz Paulo Martini, acusado de corrupção.

Por que importa

Essa decisão reflete os desafios do sistema judiciário em lidar com casos de corrupção e manter a confiança pública.

Números da matéria

2016ano em que Paulo Martini foi condenado à perda do cargo

Pontos-chave

  • O Tribunal de Justiça de Mato Grosso decidiu manter o afastamento do juiz Paulo Martini após a prescrição da ação penal.
  • A Corregedoria-Geral de Justiça determinou que o afastamento de Paulo Martini se mantivesse mesmo após a prescrição da ação penal.
  • Paulo Martini atuava na Primeira Vara Cível de Sinop e já havia sido condenado à perda do cargo em 2016.

Fonte original: Midia News — leia a matéria completa no site original

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