Pablo Marçal, candidato à presidência, teve recursos rejeitados pelo TRE-SP.
O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) decidiu, em 21 de agosto de 2026, manter a inelegibilidade de Pablo Marçal por um período de oito anos. Essa decisão foi resultado da rejeição dos recursos apresentados tanto por Marçal quanto pelo Ministério Público Eleitoral (MPE) contra uma sentença anterior que o tornava inelegível. O desembargador José Antonio Encinas Manfré, presidente do TRE-SP, foi o responsável por essa deliberação, que afeta diretamente a candidatura de Marçal à Presidência da República. A inelegibilidade de Marçal é um ponto crítico em sua trajetória política, especialmente considerando suas aspirações de concorrer ao cargo máximo do Executivo. A decisão do TRE-SP reflete a rigidez das normas eleitorais e a importância da legalidade nas candidaturas, o que pode influenciar o cenário político nas próximas eleições.
O que aconteceu
O TRE-SP rejeitou recursos e manteve a inelegibilidade de Pablo Marçal por oito anos.
Por que importa
A decisão impacta a candidatura de Marçal à Presidência da República e reflete a rigidez das normas eleitorais.
Números da matéria
- 8 anos — período de inelegibilidade de Pablo Marçal
- 21 de agosto de 2026 — data da decisão do TRE-SP
Pontos-chave
- O TRE-SP manteve a inelegibilidade de Pablo Marçal por oito anos.
- A decisão foi tomada em 21 de agosto de 2026.
- Os recursos de Pablo Marçal e do MPE foram rejeitados pelo tribunal.
Fonte original: Folha Max — leia a matéria completa no site original