Advogado apresenta notas de compra para justificar a substância encontrada durante a abordagem policial.
Durante uma abordagem na Penitenciária Central do Estado (PCE), um advogado foi alvo de uma operação policial que resultou na apreensão de um pó branco. O advogado, no entanto, contestou a natureza da substância, afirmando que se tratava de creatina, um suplemento alimentar, e não de uma droga ilícita. Para corroborar sua versão, ele apresentou notas de compra que comprovam a aquisição do produto. A alegação do advogado levanta preocupações sobre a segurança nas unidades prisionais e os procedimentos de revista realizados pelas autoridades. A situação gerou discussões sobre a eficácia das medidas de controle e a possibilidade de erros nas abordagens policiais, especialmente em locais sensíveis como penitenciárias. A defesa do advogado busca esclarecer os fatos e garantir que a situação não resulte em consequências legais para ele, enquanto a polícia investiga a origem do pó apreendido.
O que aconteceu
Um advogado foi abordado na Penitenciária Central do Estado (PCE) e teve um pó branco apreendido.
Por que importa
A defesa do advogado afirma que a substância é creatina, levantando questões sobre segurança e procedimentos na penitenciária.
Pontos-chave
- Advogado nega que o pó branco apreendido na PCE seja droga, alegando que é creatina.
- O advogado apresentou notas de compra de vitamina para justificar a substância encontrada.
Fonte original: Folha Max — leia a matéria completa no site original