O corretor foi preso após atirar na ex-namorada por não aceitar o término do relacionamento.
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu, em 17 de agosto de 2026, manter a prisão de um corretor que atirou em sua ex-namorada após não aceitar o fim do relacionamento. O crime ocorreu enquanto o filho da vítima estava presente no carro, evidenciando a gravidade da situação. A decisão do STJ destaca a importância da proteção às vítimas de violência doméstica e a necessidade de medidas rigorosas contra agressores. O caso levanta questões sobre a segurança das mulheres e a resposta do sistema judicial em situações de violência de gênero. A manutenção da prisão do corretor é um passo significativo na luta contra a impunidade em casos de agressão.
O que aconteceu
O STJ decidiu manter a prisão de um corretor que atirou em sua ex-namorada.
Por que importa
A decisão destaca a gravidade da violência doméstica e a proteção às vítimas.
Pontos-chave
- O STJ decidiu manter a prisão de um corretor que atirou em sua ex-namorada, refletindo a gravidade da violência doméstica e a proteção às vítimas.
Fonte original: Folha Max — leia a matéria completa no site original