A substituição visa melhorar a eficiência e a economia na iluminação pública.
Na terça-feira, 11 de agosto de 2026, a Prefeitura de Cuiabá iniciou a substituição de 681 pontos de iluminação pública no bairro Santa Terezinha, abrangendo as regiões Santa Terezinha 1 e 2. A ação visa modernizar a infraestrutura de iluminação da cidade, utilizando tecnologia LED, que é reconhecida por sua eficiência energética e economia em comparação com as luminárias antigas.
Essa iniciativa é resultado de uma parceria entre a Prefeitura de Cuiabá e o Governo de Mato Grosso, refletindo um esforço conjunto para melhorar a qualidade da iluminação pública na capital mato-grossense. A troca das luminárias deve não apenas proporcionar uma melhor visibilidade nas ruas, mas também contribuir para a redução dos custos com energia elétrica, beneficiando a população local.
A implementação da tecnologia LED é uma tendência crescente em várias cidades, buscando soluções sustentáveis e que promovam a segurança e o bem-estar dos cidadãos. Com essa mudança, Cuiabá se alinha a práticas modernas de gestão urbana, priorizando a eficiência e a economia.
O que aconteceu
A Prefeitura de Cuiabá iniciou a substituição de 681 pontos de iluminação pública por tecnologia LED no bairro Santa Terezinha.
Por que importa
A ação visa modernizar a iluminação pública, tornando-a mais eficiente e econômica, beneficiando a população.
Números da matéria
- 681 — pontos de iluminação pública substituídos
- 11 de agosto de 2023 — data de início da substituição
- Santa Terezinha 1 e 2 — regiões afetadas pela troca de luminárias
Pontos-chave
- A Prefeitura de Cuiabá iniciou a troca de 681 luminárias por LED no bairro Santa Terezinha.
- A ação começou em 11 de agosto de 2023 e abrange as regiões Santa Terezinha 1 e 2.
- A substituição é resultado de uma parceria entre a Prefeitura de Cuiabá e o Governo de Mato Grosso.
- A tecnologia LED é mais eficiente e econômica em comparação com as luminárias antigas.
- A mudança visa melhorar a iluminação pública e reduzir custos com energia.
Fonte original: Folha Max — leia a matéria completa no site original