Servidor público é investigado por suposta cobrança indevida em cemitério de Cuiabá.
Um servidor público de Cuiabá enfrenta acusações graves de exigir R$ 500 para realizar enterros em um cemitério da cidade. Segundo o Ministério Público, a cobrança foi feita de forma irregular, utilizando o sistema de pagamento Pix. A denúncia partiu de uma família que se sentiu coagida a pagar a quantia para garantir o sepultamento de um ente querido. A situação levanta questões sobre a ética e a legalidade das práticas adotadas por servidores públicos em momentos de vulnerabilidade familiar.
O caso está sendo investigado pelo MP, que busca reunir mais informações sobre a conduta do servidor e a regularidade dos procedimentos no cemitério. A prática de cobrar por serviços públicos essenciais, como enterros, é considerada inaceitável e pode resultar em penalidades severas para o servidor, caso as acusações sejam confirmadas.
A investigação está em andamento, e o MP promete agir com rigor para coibir abusos e proteger os direitos dos cidadãos, especialmente em situações tão delicadas como a perda de um familiar.
O que aconteceu
Um servidor público de Cuiabá foi acusado de exigir R$ 500 para realizar enterros em um cemitério.
Por que importa
A acusação levanta questões sobre a ética e a legalidade das práticas de servidores públicos em situações vulneráveis.
Números da matéria
- R$ 500 — valor cobrado pelo enterro
Pontos-chave
- Servidor público de Cuiabá é acusado de exigir R$ 500 para enterros em cemitério.
- Cobrança foi feita via Pix, segundo denúncias da família.
- Ministério Público de Cuiabá investiga a legalidade da prática.
Fonte original: Folha Max — leia a matéria completa no site original