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Polícia 24 de julho de 2026

PM alega ter ouvido ‘vozes’ para matar personal; TJ mantém júri

Um policial alegou ter ouvido ‘vozes’ que o levaram a cometer homicídio.

O Tribunal de Justiça manteve o júri de um policial militar acusado de homicídio.

Um policial militar está prestes a ser julgado por homicídio, após alegar que ouviu 'vozes' que o levaram a cometer o crime contra um personal trainer. A defesa do policial tentou anular as provas apresentadas no processo, mas o Tribunal de Justiça rejeitou essa solicitação, decidindo pela continuidade do júri. O caso levanta questões sobre a saúde mental do acusado e a responsabilidade criminal em situações de delírio ou alucinação, temas que podem ser centrais na defesa durante o julgamento. O tribunal agora se prepara para ouvir as testemunhas e avaliar as evidências apresentadas, enquanto a sociedade aguarda o desfecho deste caso que envolve um agente de segurança pública e um ato de violência.

O que aconteceu

Um policial militar é acusado de homicídio, alegando ter ouvido 'vozes' que o instruíram a matar um personal trainer.

Por que importa

O caso levanta questões sobre a saúde mental e a responsabilidade criminal de agentes de segurança pública.

Pontos-chave

  • Um policial militar de nome não divulgado enfrenta um júri por homicídio.
  • O policial alegou ter ouvido 'vozes' que o instruíram a cometer o crime.
  • A defesa do policial tentou anular as provas do processo, mas o Tribunal de Justiça manteve o júri.

Fonte original: Folha Max — leia a matéria completa no site original

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