Secretaria de Meio Ambiente afirma ter enviado oito pedidos ao Ibama para renovação de licença.
A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) de Mato Grosso afirmou, nesta sexta-feira (24), que não perdeu o prazo para a renovação da delegação do licenciamento ambiental das obras do Portão do Inferno, no Parque Nacional de Chapada dos Guimarães. Em comunicado, a Sema destacou que já enviou oito pedidos ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para a renovação da licença, responsabilizando o órgão federal pela demora no processo.
A polêmica em torno do licenciamento ambiental surge em um momento crítico, pois as obras no Portão do Inferno são aguardadas há tempos e a população local está ansiosa por avanços. A Sema, ao negar a perda de prazo, busca esclarecer que está cumprindo com suas obrigações e que a responsabilidade pela lentidão recai sobre o Ibama, que é o órgão responsável pela análise e concessão das licenças ambientais.
A situação destaca a importância da agilidade nos processos de licenciamento ambiental, especialmente em projetos que impactam diretamente a comunidade e o meio ambiente. A Sema espera que o Ibama possa acelerar a análise dos pedidos para que as obras possam prosseguir sem mais atrasos.
O que aconteceu
A Secretaria de Estado de Meio Ambiente de Mato Grosso negou a perda de prazo para o licenciamento ambiental das obras do Portão do Inferno.
Por que importa
A situação é crítica para a comunidade local, que aguarda a continuidade das obras, e a Sema busca responsabilizar o Ibama pela demora.
Números da matéria
- 8 — número de pedidos enviados ao Ibama para renovação da licença
Pontos-chave
- A Secretaria de Estado de Meio Ambiente de Mato Grosso negou ter perdido o prazo para o licenciamento ambiental.
- A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) enviou oito pedidos ao Ibama para a renovação da licença das obras do Portão do Inferno.
Frases-chave
"A Sema informou que já encaminhou oito pedidos ao instituto para a renovação da licença."
"A responsabilidade pela demora recai sobre o Ibama."
Fonte original: Midia News — leia a matéria completa no site original