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Colégio Salesiano São Gonçalo nega acusações de assédio moral e perseguição

O Colégio Salesiano São Gonçalo refutou acusações de assédio moral feitas por funcionários.

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Denúncias foram feitas por professores ao Sintrae-MT contra o diretor padre Marcelo Fujimura.

O Colégio Salesiano São Gonçalo, dirigido pelo padre Marcelo Fujimura, enfrenta acusações de assédio moral e perseguição, conforme denúncias feitas por professores e funcionários administrativos ao Sintrae-MT. Na tarde de sexta-feira (24), a instituição emitiu uma nota refutando essas alegações, afirmando que a gestão do padre não é marcada por práticas autoritárias ou de assédio.

As denúncias surgiram em um contexto de insatisfação entre alguns membros do corpo docente e administrativo, que alegam que a administração do colégio tem sido opressiva. No entanto, a direção do colégio se posicionou firmemente contra essas afirmações, defendendo a integridade de sua gestão e a qualidade do ambiente escolar.

A situação gerou um debate sobre as práticas administrativas dentro da instituição, levantando questões sobre a relação entre a direção e os funcionários. O colégio, por sua vez, reafirma seu compromisso com um ambiente de trabalho saudável e respeitoso, desafiando as alegações feitas.

O que aconteceu

O Colégio Salesiano São Gonçalo negou acusações de assédio moral e perseguição feitas por professores ao Sintrae-MT.

Por que importa

As denúncias levantam questões sobre a gestão e o ambiente de trabalho na instituição.

Pontos-chave

  • O Colégio Salesiano São Gonçalo negou acusações de assédio moral feitas por professores ao Sintrae-MT.
  • As denúncias foram apresentadas ao Sintrae-MT na sexta-feira (24).
  • O padre Marcelo Fujimura é o diretor geral da instituição.
  • A gestão do Colégio Salesiano São Gonçalo é defendida como respeitosa e não autoritária.

Fonte original: Midia Newsleia a matéria completa no site original

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