Cleusa Bianchini, de 69 anos, permanece presa após decisão do STJ sobre o caso de homicídio.
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu manter a prisão de Cleusa Bianchini, de 69 anos, acusada de ser a mandante do assassinato do advogado José Antônio da Silva, ocorrido em Nova Ubiratã, a 471 km de Cuiabá, em 2025. A decisão foi tomada em resposta ao pedido de liberdade da idosa, que foi negado pelo tribunal.
Cleusa Bianchini é acusada de ter contratado um pistoleiro para executar o advogado, um crime que gerou grande repercussão na região. A gravidade da acusação e as circunstâncias do crime levaram o STJ a considerar que a liberdade da acusada poderia representar um risco à ordem pública.
A manutenção da prisão preventiva de Cleusa reflete a seriedade das acusações e a necessidade de garantir a justiça no caso. O assassinato de José Antônio da Silva não apenas impactou sua família, mas também deixou a comunidade local em estado de choque, evidenciando a violência que permeia algumas relações profissionais e pessoais.
O que aconteceu
Cleusa Bianchini, de 69 anos, teve seu pedido de liberdade negado pelo STJ após ser acusada de mandar matar o advogado José Antônio da Silva.
Por que importa
A decisão do STJ reflete a gravidade das acusações e a necessidade de manter a ordem pública diante de um crime violento.
Pontos-chave
- O STJ negou o pedido de liberdade de Cleusa Bianchini, de 69 anos.
- Cleusa é acusada de contratar um pistoleiro para assassinar o advogado José Antônio da Silva.
- O crime ocorreu em Nova Ubiratã, Mato Grosso, em 2025.
Fonte original: Midia News — leia a matéria completa no site original