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Operação do MP-SP prende 12 e bloqueia R$ 12 milhões ligados ao PCC

O MP-SP prendeu 12 pessoas e bloqueou R$ 12 milhões em operação contra o PCC.

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A operação visa desarticular uma organização financeira clandestina que apoiava o crime organizado.

No dia 21 de julho de 2026, o Ministério Público de São Paulo (MP-SP) realizou uma operação que resultou na prisão de 12 pessoas e no bloqueio de R$ 12 milhões. A ação foi conduzida pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e visou desarticular uma organização financeira clandestina que funcionava como um braço logístico do crime organizado. Essa organização prestava serviços tanto a criminosos comuns quanto a líderes do Primeiro Comando da Capital (PCC).

As investigações revelaram que o grupo tinha um papel crucial no suporte às atividades criminosas, facilitando operações financeiras que beneficiavam o PCC e outros grupos. O bloqueio dos R$ 12 milhões é um passo significativo na luta contra o financiamento do crime organizado em São Paulo, refletindo a determinação do MP-SP em combater essas redes ilícitas.

A operação destaca a crescente preocupação das autoridades com a atuação de organizações financeiras que operam à margem da lei, especialmente aquelas que se conectam a facções criminosas como o PCC. O desmantelamento desse tipo de estrutura é essencial para enfraquecer a capacidade operacional do crime organizado e garantir a segurança pública.

O que aconteceu

O MP-SP prendeu 12 pessoas e bloqueou R$ 12 milhões em operação contra o PCC.

Por que importa

A operação visa desarticular uma organização financeira que apoia o crime organizado, refletindo o combate às facções criminosas.

Números da matéria

  • R$ 12 milhõesvalor bloqueado durante a operação
  • 12número de pessoas presas na operação

Pontos-chave

  • O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) prendeu 12 pessoas em uma operação contra o PCC.
  • A operação bloqueou R$ 12 milhões ligados a uma organização financeira clandestina.
  • O grupo atuava como suporte logístico para o crime organizado, atendendo criminosos comuns e líderes do PCC.

Fonte original: Folha Maxleia a matéria completa no site original

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