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AL rejeita proposta de pedágio em rodovia no Pantanal de MT

A Assembleia Legislativa de Mato Grosso rejeitou a proposta de pedágio na rodovia entre Livramento e Poconé.

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Proposta de pedágio entre Livramento e Poconé foi rejeitada pela Assembleia Legislativa de MT.

A Assembleia Legislativa de Mato Grosso decidiu, em sessão realizada no dia 15 de julho de 2026, rejeitar a proposta de pedágio na rodovia que conecta Livramento a Poconé, uma importante via no Pantanal mato-grossense. A proposta, apresentada pela Secretaria de Infraestrutura (Sinfra), visava a cobrança de taxas para o trânsito na região, mas não obteve a aprovação necessária entre os deputados estaduais.

A rejeição da proposta reflete a resistência dos parlamentares em aceitar a implementação de pedágios em áreas que são consideradas sensíveis do ponto de vista ambiental, como o Pantanal. A decisão foi recebida com alívio por parte da população local, que temia o impacto econômico que a cobrança poderia trazer, especialmente em um contexto onde a região já enfrenta desafios relacionados ao turismo e à preservação ambiental.

A proposta de pedágio, que visava arrecadar recursos para a manutenção da rodovia, foi criticada por não considerar adequadamente as necessidades da comunidade local e os impactos sobre o turismo na região. Com a rejeição, a Assembleia Legislativa sinaliza uma preocupação com o desenvolvimento sustentável e a proteção do Pantanal, um dos biomas mais ricos do mundo.

O que aconteceu

A Assembleia Legislativa de Mato Grosso rejeitou a proposta de pedágio na rodovia entre Livramento e Poconé.

Por que importa

A decisão reflete preocupações com o impacto ambiental e econômico da cobrança na região do Pantanal.

Pontos-chave

  • A Assembleia Legislativa de Mato Grosso rejeitou a proposta de pedágio na rodovia entre Livramento e Poconé, apresentada pela Secretaria de Infraestrutura (Sinfra), em sessão realizada no dia 15 de julho de 2026.
  • A rejeição reflete a resistência dos parlamentares em aceitar pedágios em áreas ambientais sensíveis.
  • A população local expressou alívio com a decisão da Assembleia Legislativa.

Fonte original: Folha Maxleia a matéria completa no site original

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