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CNPE aprova aumento da mistura de etanol na gasolina para 32%

O CNPE elevou a mistura de etanol na gasolina de 30% para 32%, com validade de 180 dias.

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A nova mistura de etanol terá validade inicial de 180 dias, podendo ser prorrogada por mais 180 dias.

O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) decidiu, em reunião realizada nesta terça-feira (14), aumentar a mistura de etanol anidro na gasolina de 30% para 32%. Essa mudança, que visa promover o uso de combustíveis renováveis e reduzir a dependência de combustíveis fósseis, terá validade inicial de 180 dias. Após esse período, a medida poderá ser prorrogada por mais 180 dias, conforme a avaliação do impacto e da aceitação do novo percentual no mercado.

O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, destacou que a possibilidade de tornar essa alteração permanente não está descartada. Essa decisão reflete uma tendência crescente de incentivo ao uso de biocombustíveis no Brasil, alinhando-se com as metas de sustentabilidade e redução de emissões de gases poluentes.

A nova mistura de etanol na gasolina pode ter implicações significativas para o setor energético e para os consumidores, que podem enfrentar variações nos preços dos combustíveis. A expectativa é que a medida contribua para a redução das emissões de carbono, além de estimular a produção de etanol no país, que é um dos maiores produtores mundiais desse biocombustível.

O que aconteceu

O CNPE aprovou o aumento da mistura de etanol na gasolina de 30% para 32%.

Por que importa

A medida visa promover o uso de biocombustíveis e reduzir a dependência de combustíveis fósseis.

Números da matéria

  • 32%percentual de etanol anidro na gasolina após a mudança
  • 180 diasvalidade inicial da nova mistura de etanol
  • 180 diaspossibilidade de prorrogação da validade da nova mistura

Pontos-chave

  • O CNPE aprovou o aumento da mistura de etanol na gasolina de 30% para 32%.
  • A nova mistura terá validade inicial de 180 dias, podendo ser prorrogada por mais 180 dias.
  • O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, não descartou a possibilidade de tornar a mudança permanente.

Fonte original: Folha Maxleia a matéria completa no site original

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