Marcelo de Oliveira defendeu a gestão das obras e deixou a audiência após críticas.
Na manhã de 13 de julho de 2026, o secretário de Estado de Infraestrutura, Marcelo de Oliveira, participou de uma audiência pública onde foram discutidos os atrasos e custos das obras do Sistema BRT (ônibus de trânsito rápido). Durante a sessão, Oliveira defendeu a gestão das obras, afirmando que o pagamento pelo BRT só é realizado após a medição dos serviços executados. Ele também fez uma referência a situações anteriores, mencionando a falta de trilhos para trens, como uma forma de contextualizar os desafios enfrentados atualmente.
A audiência foi marcada por críticas à lentidão das obras, mas o secretário optou por deixar o evento antes de responder a todas as perguntas. Essa saída gerou reações entre os presentes, que esperavam mais esclarecimentos sobre os prazos e a execução dos projetos de infraestrutura. A situação do BRT, que visa melhorar o transporte público na região, continua a ser um tema sensível, especialmente em um momento em que a população busca soluções para a mobilidade urbana.
O impacto das obras do BRT é significativo, pois elas são vistas como essenciais para a melhoria do transporte público. No entanto, a gestão dos prazos e custos é constantemente questionada, refletindo a necessidade de maior transparência e eficiência na execução das obras.
O que aconteceu
O secretário de Estado de Infraestrutura, Marcelo de Oliveira, participou de uma audiência pública sobre os atrasos e custos das obras do BRT.
Por que importa
As obras do BRT são essenciais para a melhoria do transporte público, mas enfrentam críticas sobre sua execução.
Pontos-chave
- Marcelo de Oliveira, secretário de Estado de Infraestrutura, defendeu a gestão das obras do BRT.
- O pagamento das obras do BRT ocorre somente após a medição dos serviços.
- Oliveira deixou a audiência pública antes de responder a todas as críticas.
- A falta de trilhos para trens foi mencionada como um exemplo de desafios passados.
- A discussão sobre o BRT é crucial para a mobilidade urbana na região.
Fonte original: Midia News — leia a matéria completa no site original