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Policial militar é executado com 23 tiros no Rio de Janeiro

O 3º sargento Yuri Luiz Desiderati Ribeiro foi morto a tiros no Rio de Janeiro.

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O 3º sargento Yuri Luiz Desiderati Ribeiro foi assassinado em frente ao seu condomínio no Rio de Janeiro.

Na madrugada de domingo, 12 de julho de 2026, o 3º sargento Yuri Luiz Desiderati Ribeiro, do 21º Batalhão de Polícia Militar (BPM) de São João de Meriti, foi assassinado em frente ao seu condomínio na Rua Mirataia, no Pechincha, Zona Sudoeste do Rio de Janeiro. O crime ocorreu quando o policial chegava em casa de carro e estava na cancela de entrada, momento em que uma dupla em uma motocicleta se aproximou e disparou pelo menos 23 tiros contra ele.

A execução foi capturada por câmeras de segurança, evidenciando a audácia dos criminosos e a vulnerabilidade dos agentes de segurança no estado. Yuri já havia sido preso anteriormente por envolvimento com tráfico de drogas, o que levanta questões sobre sua trajetória e a relação entre policiais e o crime organizado.

Este assassinato ocorre em um contexto de crescente violência no Rio de Janeiro, onde a segurança pública tem sido uma preocupação constante para a população e as autoridades. O caso de Yuri Luiz Desiderati Ribeiro pode intensificar o debate sobre a eficácia das políticas de segurança e a necessidade de medidas mais rigorosas para proteger tanto os cidadãos quanto os policiais.

O que aconteceu

O 3º sargento Yuri Luiz Desiderati Ribeiro foi assassinado com 23 tiros no Rio de Janeiro.

Por que importa

A execução de um policial militar em plena luz do dia levanta preocupações sobre a segurança pública e a violência no estado.

Números da matéria

  • 23número de tiros disparados contra o policial
  • 12 de julho de 2026data do assassinato

Pontos-chave

  • O 3º sargento Yuri Luiz Desiderati Ribeiro foi assassinado com 23 tiros no Rio de Janeiro em frente ao condomínio onde morava.
  • A execução foi registrada por câmeras de segurança.
  • Yuri já havia sido preso anteriormente por tráfico de drogas.
  • O caso levanta questões sobre a segurança pública no estado do Rio de Janeiro.

Fonte original: Folha Maxleia a matéria completa no site original

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