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Policiais militares são absolvidos após quase 10 anos de caso de desaparecimento

Três policiais militares foram absolvidos em caso de desaparecimento de jovem em 2016.

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Três PMs foram inocentados de envolvimento no desaparecimento de Ronaldo Vargas da Cunha.

Na última sexta-feira, 10 de julho de 2026, o Tribunal do Júri de Rosário Oeste absolveu os policiais militares Odjarma Jesus de Almeida, Jucival Claro da Silva e Luan Antoniel da Cruz Gomes, acusados de envolvimento no desaparecimento e na morte de Ronaldo Vargas da Cunha, que tinha 25 anos. O caso, que remonta a quase uma década, culminou em um julgamento que durou dois dias, onde os jurados decidiram que não havia evidências suficientes para condenar os réus.

O desaparecimento de Ronaldo ocorreu em 2016 e, desde então, o caso gerou grande repercussão na sociedade mato-grossense, levantando questões sobre a atuação da polícia e a investigação do crime. Durante o julgamento, a defesa argumentou que as provas apresentadas eram insuficientes para sustentar as acusações, o que foi aceito pelos jurados.

A absolvição dos policiais marca um desfecho significativo em um caso que se arrastou por quase uma década, refletindo as dificuldades enfrentadas nas investigações de desaparecimentos e a importância da prova material em processos judiciais. A decisão do júri pode impactar a percepção pública sobre a confiança nas instituições de segurança e justiça na região.

O que aconteceu

Três policiais militares foram absolvidos pelo Tribunal do Júri em Rosário Oeste após quase 10 anos do desaparecimento de Ronaldo Vargas da Cunha.

Por que importa

A decisão reflete a dificuldade em obter provas em casos de desaparecimento e a confiança nas instituições de segurança.

Números da matéria

  • 10 anostempo desde o desaparecimento de Ronaldo Vargas da Cunha até a absolvição dos policiais

Pontos-chave

  • Os policiais militares Odjarma Jesus de Almeida, Jucival Claro da Silva e Luan Antoniel da Cruz Gomes foram absolvidos em 10 de julho de 2026 por falta de provas suficientes.
  • O desaparecimento de Ronaldo Vargas da Cunha ocorreu em 2016, e o julgamento durou dois dias.
  • O caso gerou grande repercussão na sociedade mato-grossense e levantou questões sobre a atuação da polícia.

Fonte original: Folha Maxleia a matéria completa no site original

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