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TJ-MT registra o segundo maior custo médio do Judiciário no Brasil

O Tribunal de Justiça de Mato Grosso teve um custo médio mensal de R$ 177,6 mil em 2025.

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Custo médio mensal do TJ-MT foi de R$ 177,6 mil em 2025, segundo o CNJ.

O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) fechou 2025 com um custo médio mensal de R$ 177,6 mil, conforme o relatório ‘Justiça em Números 2026’ do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Esse valor posiciona o TJMT como o segundo tribunal estadual mais caro do Brasil, superado apenas pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP).

Os dados revelam a necessidade de um acompanhamento mais rigoroso dos gastos do Judiciário, especialmente em um contexto onde a eficiência e a transparência são cada vez mais exigidas pela sociedade. O relatório do CNJ serve como um alerta para os gestores do TJMT, que devem buscar formas de otimizar os recursos e garantir que o sistema judiciário funcione de maneira eficaz e acessível a todos.

A comparação com outros tribunais estaduais é fundamental para entender a posição do TJMT no cenário nacional e para identificar áreas que necessitam de melhorias. O CNJ enfatiza que a gestão financeira do Judiciário deve ser uma prioridade, visando não apenas a redução de custos, mas também a melhoria na prestação de serviços à população.

O que aconteceu

O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) teve um custo médio mensal de R$ 177,6 mil em 2025, segundo o CNJ.

Por que importa

Esse valor coloca o TJMT como o segundo tribunal estadual mais caro do Brasil, o que levanta questões sobre a eficiência do Judiciário.

Números da matéria

  • R$ 177,6 milcusto médio mensal do TJMT em 2025
  • 2posição do TJMT entre os tribunais estaduais mais caros do Brasil

Pontos-chave

  • O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) teve um custo médio mensal de R$ 177,6 mil em 2025.
  • O TJMT é o segundo tribunal estadual mais caro do Brasil, atrás apenas do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP).
  • Os dados foram divulgados no relatório ‘Justiça em Números 2026’ do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
  • O relatório destaca a importância de monitorar os custos do Judiciário para garantir eficiência e transparência.

Fonte original: Folha Maxleia a matéria completa no site original

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