Feminicida é mantido preso após assassinar ex-companheira em Confresa
José da Cruz Evangelista, de 63 anos, foi preso por assassinar sua ex-companheira em Confresa.

José da Cruz Evangelista foi preso após esfaquear Daiany Rodrigues de Souza por ciúmes relacionados a uma transferência bancária.
José da Cruz Evangelista, de 63 anos, foi mantido preso após o juiz Felipe Barthon Lopes homologar sua prisão preventiva, relacionada ao assassinato de sua ex-companheira, Daiany Rodrigues de Souza, de 33 anos. O crime ocorreu na madrugada de sábado, 4 de julho de 2026, em um bar em Confresa, onde José, inconformado com uma transferência de R$ 1.000,00 que flagrou na conta de Daiany, a esfaqueou diversas vezes. Após a agressão, ele fugiu, mas foi detido ainda no mesmo dia.
O histórico de violência doméstica de José foi um fator crucial na decisão do juiz. Em janeiro, Daiany havia registrado um boletim de ocorrência contra ele, relatando ameaças de morte e um vídeo em que José afirmava que a mataria e, em seguida, ceifaria a própria vida. O juiz ressaltou a necessidade da detenção para assegurar a aplicação da lei penal, considerando o risco que José representa à ordem pública, especialmente após sua fuga imediata.
Embora a prisão em flagrante tenha sido anulada por vício formal, a prisão preventiva foi homologada, reconhecendo a gravidade do caso, que se enquadra como feminicídio. O juiz também destacou a perspectiva de gênero, dada a natureza extrema do crime e o desprezo pela condição feminina da vítima. José permanece detido enquanto o processo judicial avança.
José da Cruz Evangelista foi preso após assassinar sua ex-companheira, Daiany Rodrigues de Souza, em Confresa, motivado por ciúmes.
O caso destaca a violência de gênero e a importância de medidas protetivas para vítimas de violência doméstica.
Números da matéria
Pontos-chave
- José da Cruz Evangelista, de 63 anos, foi preso por assassinar Daiany Rodrigues de Souza, de 33 anos, em Confresa, após esfaqueá-la motivado por ciúmes relacionados a uma transferência de R$ 1.000,00 que ele flagrou na conta dela.
- Daiany havia registrado um boletim de ocorrência contra José em janeiro, relatando ameaças de morte e um vídeo em que ele afirmava que a mataria e, em seguida, ceifaria a própria vida.
- O juiz Felipe Barthon Lopes homologou a prisão preventiva de José, considerando seu histórico de violência doméstica e as ameaças prévias.
- O caso foi classificado como feminicídio, destacando a gravidade da violência de gênero e o desprezo à condição feminina.
Frases-chave
"O crime foi cometido de forma extrema e com menosprezo à condição feminina"
"A prisão é necessária para garantir a ordem pública e a aplicação da lei penal."
Fonte original: Olhar Direto — leia a matéria completa no site original
Redação do Opinião 360.
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