Dois suspeitos morreram em confronto com o Bope na noite de 25 de junho de 2026 durante a operação de busca.
Uma força-tarefa composta por equipes das polícias Civil e Militar, incluindo o Batalhão de Operações Especiais (Bope), está em busca de um terceiro suspeito envolvido em um sequestro e extorsão de comerciantes na região de Colniza, a 1.057 km de Cuiabá. Na noite de 25 de junho de 2026, dois suspeitos foram mortos em um confronto com o Bope durante uma operação intensificada após denúncias de que pessoas estavam sendo mantidas reféns no distrito de Três Fronteiras.
O tenente-coronel Hugo, do Bope, informou que as equipes foram mobilizadas na segunda-feira, 22 de junho, após receberem informações sobre o sequestro. Ao chegarem ao local, as equipes descobriram que as vítimas já não estavam mais sob a custódia dos criminosos. As vítimas, que relataram ter sido torturadas e agredidas, forneceram imagens dos sequestradores e relataram que seus bens foram subtraídos através de movimentações bancárias.
Após a identificação dos suspeitos, a força-tarefa intensificou as buscas, resultando no confronto que culminou na morte de dois deles. Contudo, as autoridades alertam que ainda há um terceiro envolvido que permanece foragido. A operação continua na tentativa de capturar todos os responsáveis pelo crime.
O que aconteceu
Uma força-tarefa busca um terceiro suspeito de sequestro e extorsão em Colniza, MT, após dois suspeitos serem mortos em confronto com o Bope.
Por que importa
O caso destaca a violência e a criminalidade na região, além da resposta das forças de segurança.
Números da matéria
- 1.057 km — distância de Colniza a Cuiabá
- 25 de junho de 2026 — data do confronto com os suspeitos
- 22 de junho de 2026 — data em que as equipes foram mobilizadas para a operação
Pontos-chave
- Força-Tarefa composta por equipes das polícias Civil e Militar busca terceiro suspeito de sequestro e extorsão em Colniza, MT.
- Dois suspeitos foram mortos em confronto com o Bope na noite de 25 de junho de 2026 durante a operação.
- As vítimas relataram que foram bastante torturadas e tiveram seus bens subtraídos durante o sequestro.
Fonte original: Olhar Direto — leia a matéria completa no site original