--:--:-- --
Entrar

Audiência pública discute projetos que podem afetar a legislação ambiental em MT

Audiência pública na ALMT debate propostas que podem contrariar o Código Florestal Brasileiro.

Ouça esta matéria
~2 min

Deputado Lúdio Cabral (PT) promoveu debate sobre propostas controversas na ALMT.

Na manhã de quinta-feira (25), a Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) sediou uma audiência pública, convocada pelo deputado Lúdio Cabral (PT), para discutir propostas legislativas que, segundo entidades socioambientais, podem violar o Código Florestal Brasileiro. O encontro reuniu representantes de diversas organizações que levantaram preocupações sobre o impacto dessas propostas na proteção ambiental.

Durante a audiência, os participantes enfatizaram a importância de respeitar as normas estabelecidas pelo Código Florestal, que visa garantir a preservação dos recursos naturais e a sustentabilidade ambiental. As entidades presentes argumentaram que as propostas em tramitação no Parlamento estadual não apenas contrariam a legislação vigente, mas também podem comprometer a biodiversidade e os ecossistemas locais.

O deputado Lúdio Cabral destacou a relevância do debate, afirmando que é fundamental ouvir as vozes da sociedade civil e considerar as implicações das legislações propostas. A audiência pública serviu como um espaço para que as entidades socioambientais apresentassem suas reivindicações e preocupações, buscando influenciar as decisões dos legisladores em relação a projetos que podem ter um impacto significativo no meio ambiente.

O que aconteceu

A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) realizou uma audiência pública para debater propostas que podem afetar a legislação ambiental.

Por que importa

Entidades socioambientais alertam que as propostas em tramitação podem violar o Código Florestal Brasileiro, comprometendo a proteção ambiental.

Pontos-chave

  • A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) realizou audiência pública sobre propostas legislativas.
  • O deputado Lúdio Cabral (PT) foi o responsável pela convocação do evento.
  • Entidades socioambientais afirmam que as propostas podem violar o Código Florestal Brasileiro.

Fonte original: Folha Maxleia a matéria completa no site original

↑ Voltar ao topo