O número de dívidas de condomínio enviadas a cartórios saltou de 15.071 para 100.815 em um ano.
O número de dívidas de condomínio enviadas a cartórios para protesto teve um aumento expressivo em 2025, com um total de 100.815 documentos registrados, comparado a apenas 15.071 em 2024. Essa elevação representa um impressionante crescimento de 569%, conforme dados do Instituto de Estudos de Protesto de Títulos do Brasil (IEPTB).
Além do aumento no volume de protestos, o valor total das dívidas também acompanhou essa tendência de crescimento. O aumento significativo nas cobranças de condomínio reflete uma situação financeira desafiadora para muitos condôminos, que enfrentam dificuldades em honrar suas obrigações financeiras. O impacto desse fenômeno pode ser sentido não apenas pelos devedores, mas também pelos síndicos e administradores de condomínios, que precisam lidar com a inadimplência crescente.
Esses dados levantam preocupações sobre a saúde financeira dos condomínios e a capacidade dos moradores de manterem suas contas em dia. O cenário atual sugere que a inadimplência pode continuar a ser um problema relevante, exigindo medidas eficazes de gestão e cobrança por parte das administrações condominiais.
O que aconteceu
O número de dívidas de condomínio enviadas a cartórios para protesto aumentou de 15.071 em 2024 para 100.815 em 2025, um crescimento de 569%.
Por que importa
Esse aumento reflete uma crescente inadimplência entre condôminos, impactando a saúde financeira dos condomínios.
Números da matéria
- 100.815 — número total de dívidas de condomínio enviadas a cartórios em 2025
- 15.071 — número total de dívidas de condomínio enviadas a cartórios em 2024
- 569% — percentual de aumento no número de dívidas de condomínio enviadas a cartórios de 2024 para 2025
Pontos-chave
- Em 2025, o número de dívidas de condomínio enviadas a cartórios em todo o Brasil aumentou para 100.815.
- O crescimento de 569% em relação a 2024 foi registrado pelo IEPTB.
- O valor total das dívidas de condomínio também subiu, refletindo a tendência de inadimplência.
Fonte original: Folha Max — leia a matéria completa no site original