Investigação abrange 21 estados e revela crescimento de crimes digitais relacionados ao extremismo.
Entre janeiro e maio de 2026, o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) identificou 132 suspeitos de envolvimento em crimes digitais relacionados ao extremismo, discurso de ódio e incitação à violência. A investigação, realizada pelo Laboratório de Operações Cibernéticas (Ciberlab), abrangeu 21 estados do Brasil, refletindo um aumento preocupante na atividade criminosa digital ligada a ideologias extremistas.
Os dados revelam que os suspeitos foram alvo de ações investigativas que visam coibir a propagação de conteúdos que incitam a violência e o ódio nas plataformas digitais. O crescimento desses crimes digitais é um indicativo da necessidade de um monitoramento mais rigoroso e de políticas públicas eficazes para combater o extremismo online.
A atuação do Ciberlab é fundamental nesse contexto, pois permite a identificação e o rastreamento de indivíduos que utilizam a internet para disseminar ideologias perigosas. O Ministério da Justiça continua a trabalhar em parceria com outras instituições para fortalecer a segurança cibernética e proteger a sociedade contra ameaças digitais.
O que aconteceu
O Ministério da Justiça e Segurança Pública identificou 132 suspeitos de extremismo digital entre janeiro e maio de 2026.
Por que importa
A investigação revela um aumento preocupante de crimes digitais relacionados ao extremismo e à incitação à violência no Brasil.
Números da matéria
- 132 — número de suspeitos identificados por envolvimento em crimes digitais relacionados ao extremismo
- 21 — número de unidades da Federação abrangidas pela investigação
- 2023-01 a 2023-05 — período em que os suspeitos foram identificados
Pontos-chave
- Ministério da Justiça identificou 132 suspeitos de extremismo digital entre janeiro e maio de 2023.
- Investigação abrangeu 21 estados do Brasil, indicando um aumento na atividade criminosa digital.
- O Laboratório de Operações Cibernéticas (Ciberlab) foi responsável pela identificação dos suspeitos.
Fonte original: Folha Max — leia a matéria completa no site original