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Juiz Agamenon Alcântara Moreno Júnior defende a inteligência artificial no TJMT

O juiz Agamenon Alcântara Moreno Júnior fala sobre sua trajetória e a defesa da IA no TJMT.

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O juiz Agamenon Alcântara Moreno Júnior discute a importância da inteligência artificial no Judiciário.

O juiz Agamenon Alcântara Moreno Júnior, secretário-geral do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), participou da 48ª edição do programa Por Dentro da Magistratura, onde abordou sua trajetória profissional e a relevância da inteligência artificial (IA) no Judiciário. Durante a entrevista, ele enfatizou que a implementação da IA pode trazer melhorias significativas na eficiência dos processos judiciais, além de modernizar a atuação do Judiciário.

Agamenon compartilhou suas experiências e desafios enfrentados ao longo de sua carreira, destacando a importância da formação contínua e da adaptação às novas tecnologias. Ele acredita que a IA não deve ser vista como uma ameaça, mas como uma ferramenta que pode auxiliar os magistrados na tomada de decisões e na gestão de processos.

A iniciativa do programa é uma parceria entre a Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT) e a Coordenadoria de Comunicação do Poder Judiciário Estadual, visando promover discussões sobre temas relevantes para a magistratura e a sociedade. A defesa da IA no TJMT reflete uma tendência crescente de modernização no sistema judiciário brasileiro, que busca se adequar às demandas contemporâneas e melhorar a prestação de serviços à população.

O que aconteceu

O juiz Agamenon Alcântara Moreno Júnior discute sua trajetória e a importância da inteligência artificial no TJMT.

Por que importa

A defesa da IA no Judiciário pode modernizar e aumentar a eficiência dos processos judiciais.

Pontos-chave

  • O juiz Agamenon Alcântara Moreno Júnior discute sua trajetória no Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT).
  • A 48ª edição do programa Por Dentro da Magistratura aborda a importância da inteligência artificial no Judiciário.
  • A iniciativa é promovida pela Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT).

Fonte original: Folha Maxleia a matéria completa no site original

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