Investigação do TCE foca em obra da Sinfra-MT realizada em 2023.
O Tribunal de Contas do Estado (TCE) de Mato Grosso iniciou uma investigação sobre a qualidade do asfalto em uma ponte em Cuiabá, que custou R$ 80 milhões e foi concluída em 2025. A obra, realizada pela Secretaria de Infraestrutura de Mato Grosso (Sinfra-MT), apresentou problemas de deterioração em menos de um ano após sua finalização, o que gerou preocupações sobre a execução e a qualidade do serviço prestado.
A investigação do TCE visa apurar as causas da degradação do asfalto e identificar possíveis responsabilidades. O tribunal analisará se houve falhas na execução da obra ou na fiscalização por parte da Sinfra-MT. A deterioração prematura do asfalto levanta questões sobre a eficácia dos processos de licitação e a qualidade dos materiais utilizados na construção.
Esse caso destaca a importância da fiscalização em obras públicas, especialmente em um momento em que os recursos públicos são escassos e a população exige transparência e qualidade nos serviços prestados. O TCE tem um papel fundamental na garantia de que as obras atendam aos padrões de qualidade e segurança esperados pela sociedade.
O que aconteceu
O TCE iniciou uma investigação sobre a qualidade do asfalto em uma ponte de Cuiabá, que custou R$ 80 milhões.
Por que importa
A deterioração do asfalto em menos de um ano levanta questões sobre a execução e fiscalização de obras públicas.
Números da matéria
- R$ 80 milhões — custo da obra da ponte em Cuiabá
- 2023 — ano de conclusão da obra
- menos de um ano — tempo de deterioração do asfalto após a conclusão
Pontos-chave
- O Tribunal de Contas do Estado (TCE) investiga a qualidade do asfalto em uma ponte de Cuiabá.
- A obra custou R$ 80 milhões e foi concluída em 2023.
- A deterioração do asfalto ocorreu em menos de um ano após a finalização da obra.
- A investigação busca apurar responsabilidades e identificar falhas na execução ou fiscalização.
- A ponte foi construída pela Secretaria de Infraestrutura de Mato Grosso (Sinfra-MT).
Fonte original: Folha Max — leia a matéria completa no site original