Um atendente do IML foi preso após realizar um Pix do celular de um homem falecido.
Um atendente do Instituto Médico Legal (IML) foi preso em Cuiabá após realizar uma transferência via Pix do celular de um homem que havia falecido. O caso ocorreu no dia 10 de junho de 2026, e a ação do atendente gerou grande repercussão na cidade. Além da transferência, o atendente é acusado de ter danificado o aparelho do falecido, o que levantou questões éticas e legais sobre a conduta de profissionais que lidam com situações tão delicadas.
A prisão do atendente foi resultado de uma investigação que apurou a utilização indevida do celular da vítima, que estava sob a responsabilidade do IML. A situação expõe a vulnerabilidade de dados e bens de pessoas falecidas, especialmente em um contexto onde a tecnologia está cada vez mais presente na vida cotidiana. O caso também levanta preocupações sobre a integridade dos profissionais que atuam em instituições responsáveis por cuidar de corpos e pertences de falecidos.
As autoridades locais estão avaliando as circunstâncias do ocorrido e a possibilidade de outras implicações legais para o atendente. A situação é um lembrete da importância de protocolos rigorosos em instituições que lidam com a morte e os pertences dos falecidos, para evitar abusos e garantir o respeito devido.
O que aconteceu
Um atendente do IML foi preso após fazer um Pix do celular de um homem falecido.
Por que importa
O caso levanta questões sobre a ética e a responsabilidade de profissionais que lidam com falecidos.
Pontos-chave
- Um atendente do IML em Cuiabá foi preso após realizar um Pix do celular de um homem falecido.
- O atendente do IML também é acusado de danificar o aparelho do falecido.
- O caso ocorreu em Cuiabá no dia 10 de junho de 2026.
Fonte original: Folha Max — leia a matéria completa no site original