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MP pede condenação de Emanuel, Riva e mais 9 por rombo na AL-MT

Grupo é acusado de desviar R$ 487 mil usando empresas fantasmas.

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Ministério Público de Mato Grosso acusa grupo de causar rombo de R$ 487 mil na Assembleia Legislativa.

O Ministério Público (MP) de Mato Grosso pediu a condenação do prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), do ex-deputado estadual Riva e de mais nove pessoas por um rombo de R$ 487 mil na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (AL-MT). Segundo as investigações, o grupo é acusado de desviar recursos públicos por meio de empresas fantasmas. As fraudes teriam ocorrido entre 2015 e 2017, quando os réus criaram contratos fictícios para justificar pagamentos que nunca foram realizados. O MP argumenta que as ações dos acusados prejudicaram a administração pública e que a responsabilização penal é necessária para coibir práticas semelhantes no futuro. Além disso, o MP busca a reparação dos danos causados ao erário, enfatizando a importância de responsabilizar aqueles que utilizam recursos públicos de forma indevida. O caso destaca a necessidade de maior fiscalização e transparência nas contas públicas, especialmente em um contexto onde a corrupção tem sido um tema recorrente na política brasileira.

O que aconteceu

O Ministério Público de Mato Grosso pediu a condenação de Emanuel Pinheiro (MDB), Riva e mais nove por um rombo de R$ 487 mil na AL-MT.

Por que importa

As acusações envolvem o uso de empresas fantasmas para desviar recursos públicos, destacando a necessidade de responsabilização penal.

Números da matéria

  • R$ 487 milrombo na Assembleia Legislativa de Mato Grosso
  • 2015 a 2017período em que ocorreram as fraudes

Pontos-chave

  • Ministério Público de Mato Grosso pede condenação de Emanuel Pinheiro (MDB) por rombo de R$ 487 mil na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.
  • Grupo é acusado de desviar recursos usando empresas fantasmas entre 2015 e 2017.
  • Ex-deputado Riva está entre os acusados no esquema de fraudes.
  • MP argumenta que ações dos réus prejudicaram a administração pública.
  • Responsabilização penal é solicitada para coibir práticas de corrupção.

Fonte original: Folha Maxleia a matéria completa no site original

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