Kassio Nunes Marques determinou a suspensão da pesquisa do Instituto AtlasIntel sobre Flávio Bolsonaro.
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, suspendeu a divulgação de uma pesquisa do Instituto AtlasIntel que indicava uma queda de cinco pontos nas intenções de voto do pré-candidato do PL, Flávio Bolsonaro. A decisão, anunciada nesta segunda-feira (9), proíbe a empresa de manter os dados em seus canais oficiais, levantando questões sobre a transparência e a validade das informações eleitorais em um período crítico para as campanhas.
A pesquisa, realizada em maio, sugeria que Flávio Bolsonaro poderia enfrentar dificuldades em sua candidatura, o que gerou reações diversas entre seus apoiadores e adversários. A suspensão da pesquisa pelo TSE ocorre em um momento em que a corrida eleitoral se intensifica, e a divulgação de dados sobre intenções de voto se torna cada vez mais relevante para os candidatos.
A medida de Nunes Marques destaca a importância do controle sobre a informação eleitoral e a necessidade de garantir que os dados divulgados sejam precisos e não enganem o eleitorado. A decisão pode ter implicações significativas para a campanha de Flávio Bolsonaro, que agora enfrenta um cenário mais desafiador em sua busca por apoio popular.
O que aconteceu
Kassio Nunes Marques, presidente do TSE, suspendeu a divulgação de uma pesquisa que indicava queda nas intenções de voto de Flávio Bolsonaro.
Por que importa
A suspensão levanta questões sobre a transparência e a validade das informações eleitorais em um período crítico para as campanhas.
Números da matéria
- 5 pontos — queda nas intenções de voto de Flávio Bolsonaro
Pontos-chave
- Kassio Nunes Marques suspendeu a divulgação da pesquisa do Instituto AtlasIntel sobre Flávio Bolsonaro.
- A pesquisa indicava uma queda de cinco pontos nas intenções de voto de Flávio Bolsonaro.
- A decisão foi anunciada nesta segunda-feira (9 de junho de 2026).
- A pesquisa foi realizada em maio e gerou preocupações sobre a candidatura de Flávio Bolsonaro.
Fonte original: Folha Max — leia a matéria completa no site original