A operação Gemini mira o deputado Faissal Calil e outros alvos em Cuiabá.
A Polícia Federal (PF) desencadeou, na manhã de 8 de junho de 2026, a Operação Gemini, resultando na apreensão de bens de alto valor em residências de alvos, incluindo o deputado Faissal Calil e o desembargador Dirceu. Entre os itens confiscados estão relógios Rolex, canetas de luxo, uma pistola e um fuzil, evidenciando a gravidade das acusações.
A operação investiga a suposta venda de decisões judiciais e lavagem de dinheiro no Tribunal de Justiça de Mato Grosso, levantando questões sérias sobre a integridade do sistema judiciário local. A PF busca desmantelar uma rede que, segundo as investigações, estaria operando para corromper decisões judiciais em troca de vantagens financeiras.
A inclusão de figuras proeminentes, como o deputado e o desembargador, destaca a complexidade e a importância do caso, que pode ter repercussões significativas na política e na justiça em Mato Grosso. A operação é um marco na luta contra a corrupção e a impunidade, refletindo um esforço contínuo das autoridades para restaurar a confiança pública nas instituições.
O que aconteceu
A Polícia Federal apreendeu bens de alto valor em residências de alvos da Operação Gemini, incluindo o deputado Faissal Calil e o desembargador Dirceu.
Por que importa
A operação investiga a venda de decisões judiciais e lavagem de dinheiro, levantando questões sobre a corrupção no sistema judiciário.
Pontos-chave
- A Polícia Federal apreendeu relógios Rolex, canetas de luxo, uma pistola e um fuzil durante a operação.
- Os alvos da operação incluem o deputado Faissal Calil e o desembargador Dirceu, ambos investigados por corrupção.
- A Operação Gemini investiga a venda de decisões judiciais e lavagem de dinheiro no Tribunal de Justiça de Mato Grosso.
Fonte original: Midia News — leia a matéria completa no site original