Operação Gemini investiga a venda de decisões judiciais e lavagem de dinheiro.
A Polícia Federal (PF) lançou nesta segunda-feira, 8 de junho de 2026, a Operação Gemini, que visa investigar um suposto esquema de comercialização de decisões judiciais e lavagem de dinheiro no Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJ-MT). Entre os alvos da operação está o advogado Bruno Castro, que é acusado de estar envolvido em práticas ilegais que comprometem a integridade do sistema judiciário.
A Operação Gemini surge em um contexto de crescente preocupação com a corrupção e a manipulação de decisões judiciais no Brasil. A PF busca desmantelar redes que operam na venda de sentenças, o que não apenas prejudica a justiça, mas também mina a confiança da população nas instituições. As investigações estão em andamento e visam identificar todos os envolvidos nesse esquema.
As consequências dessa operação podem ser significativas, uma vez que a venda de decisões judiciais é um crime grave que afeta diretamente a administração da justiça. A PF não divulgou mais detalhes sobre as evidências coletadas até o momento, mas a operação é um passo importante para combater a corrupção no sistema judiciário.
O que aconteceu
A Polícia Federal deflagrou a Operação Gemini, investigando Bruno Castro por um esquema de venda de decisões judiciais.
Por que importa
A operação visa combater a corrupção e a lavagem de dinheiro no sistema judiciário, afetando a confiança pública nas instituições.
Pontos-chave
- A Polícia Federal deflagrou a Operação Gemini para investigar Bruno Castro.
- O esquema apurado envolve a comercialização de decisões judiciais e lavagem de dinheiro.
- A operação foi iniciada em 8 de junho de 2026.
- A venda de decisões judiciais compromete a integridade do sistema judiciário.
Fonte original: Midia News — leia a matéria completa no site original