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Juíza absolve policiais civis e advogado por falta de provas

A Justiça absolveu policiais civis e um advogado de acusações de improbidade administrativa por falta de provas.

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Decisão foi tomada em caso de improbidade administrativa de 2016 em Cuiabá.

A Justiça de Mato Grosso absolveu os policiais civis Valtencir Siqueira de Faria e Márcio Xavier da Costa, além do advogado Fred Henrique Silva Gadonskie, das acusações de improbidade administrativa. A decisão, proferida em 2 de junho de 2026, se baseou na falta de provas que sustentassem as alegações do Ministério Público. O caso remonta a 2016, quando a vítima negou a versão apresentada pela acusação, o que levou a juíza a considerar insuficientes os elementos para a condenação.

A absolvição dos réus é um desdobramento significativo, uma vez que as acusações de improbidade administrativa podem ter sérias repercussões na carreira e na reputação dos envolvidos. A juíza destacou que a ausência de provas concretas foi determinante para a decisão, refletindo a importância de um processo judicial baseado em evidências sólidas.

Com a decisão, os policiais e o advogado podem retomar suas atividades profissionais sem o peso das acusações que pairavam sobre eles desde 2016. O caso levanta questões sobre a eficácia das investigações e a necessidade de um rigoroso exame de provas em processos que envolvem servidores públicos e advogados.

O que aconteceu

A Justiça de Mato Grosso absolveu os policiais civis Valtencir Siqueira de Faria e Márcio Xavier da Costa, além do advogado Fred Henrique Silva Gadonskie, das acusações de improbidade administrativa.

Por que importa

A decisão reflete a importância de provas concretas em processos judiciais, especialmente envolvendo servidores públicos.

Pontos-chave

  • A Justiça de Mato Grosso absolveu os policiais civis Valtencir Siqueira de Faria e Márcio Xavier da Costa e o advogado Fred Henrique Silva Gadonskie com base na falta de provas que sustentassem as acusações de improbidade administrativa.
  • O caso remonta a 2016, quando a vítima negou a versão apresentada pelo Ministério Público.

Fonte original: Midia Newsleia a matéria completa no site original

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