Relatório do USTR sugere tarifa de 25% sobre práticas desleais do sistema financeiro brasileiro.
O governo dos Estados Unidos expressou sérias preocupações sobre o sistema de pagamentos Pix do Brasil, conforme detalhado no relatório do Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR), divulgado em 1° de junho de 2026. O documento propõe a implementação de uma tarifa de 25% sobre práticas que o USTR considera desleais, visando corrigir o que vê como uma falta de transparência e concorrência no setor financeiro brasileiro.
Entre as críticas, o USTR questiona a regulação exercida pelo Banco Central do Brasil, sugerindo que as normas atuais podem favorecer o sistema local em detrimento de concorrentes estrangeiros. Essa postura reflete uma preocupação mais ampla com a integridade do mercado financeiro brasileiro e suas implicações para as relações comerciais com os Estados Unidos.
As propostas do USTR podem ter um impacto significativo nas relações bilaterais, especialmente em um momento em que o Brasil busca expandir suas parcerias comerciais. A resposta do governo brasileiro a essas acusações e a eventual adoção de medidas corretivas serão cruciais para determinar a evolução dessa situação.
O que aconteceu
O governo dos EUA criticou o sistema Pix e propôs uma tarifa de 25% em relatório do USTR.
Por que importa
As críticas podem afetar as relações comerciais entre Brasil e EUA, especialmente no setor financeiro.
Números da matéria
- 25% — tarifa proposta pelo USTR sobre práticas desleais
Pontos-chave
- O governo dos EUA criticou o sistema de pagamentos Pix do Brasil.
- O relatório do USTR propõe uma tarifa de 25% sobre práticas desleais.
- O USTR questiona a regulação do Banco Central do Brasil.
- As críticas do USTR podem impactar as relações comerciais entre Brasil e EUA.
Fonte original: Folha Max — leia a matéria completa no site original