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Cotidiano 1 de junho de 2026

TJ determina que benefícios de médicas em licença não podem ser cortados em Cuiabá

O TJ de Mato Grosso decidiu que o município não pode cortar o prêmio-saúde de médicas em licença.

Decisão do TJ garante a manutenção do prêmio-saúde para médicas em licença no município.

O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJ-MT) determinou que o município de Cuiabá não pode cortar o prêmio-saúde de médicas em licença. Essa decisão foi tomada em resposta a uma ação que questionava a legalidade do corte de benefícios durante o período de afastamento das profissionais. O prêmio-saúde é um benefício significativo para as médicas, e a medida do TJ busca proteger os direitos dessas profissionais, garantindo que não sofram prejuízos financeiros enquanto estão afastadas de suas atividades.

A decisão do TJ reflete uma preocupação com a manutenção dos direitos trabalhistas das médicas, especialmente em um contexto onde a saúde e o bem-estar das profissionais são fundamentais. O prêmio-saúde, que compõe a remuneração das médicas, é essencial para assegurar uma compensação justa durante a licença, evitando que as profissionais enfrentem dificuldades financeiras nesse período.

Com essa determinação, o TJ-MT reafirma a importância de respeitar os direitos dos trabalhadores, especialmente em setores críticos como a saúde, onde a presença e o bem-estar das profissionais são essenciais para o funcionamento adequado dos serviços prestados à população.

O que aconteceu

O Tribunal de Justiça de Mato Grosso decidiu que o município de Cuiabá não pode cortar o prêmio-saúde de médicas em licença.

Por que importa

A decisão protege os direitos trabalhistas das médicas, garantindo que não sofram prejuízos financeiros durante o afastamento.

Pontos-chave

  • O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJ-MT) decidiu que o município de Cuiabá não pode cortar o prêmio-saúde de médicas em licença.
  • A decisão foi tomada em resposta a uma ação que questionava a legalidade do corte de benefícios durante a licença das médicas.

Fonte original: Folha Max — leia a matéria completa no site original

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