Alessandro Rodrigues Maciel, com 57 registros criminais, foi preso após a ação.
Na madrugada de sexta-feira, 29 de maio de 2026, um policial militar à paisana salvou uma mulher em situação de rua de uma tentativa de estupro em Cáceres, a 220 km de Cuiabá. O incidente ocorreu na Rua Filinto Müller, onde câmeras de segurança capturaram o momento em que a vítima era arrastada pelo suspeito, identificado como Alessandro Rodrigues Maciel, de 33 anos. O policial, que estava de folga, ouviu os gritos de socorro e se dirigiu ao local armado, ordenando que o homem soltasse a mulher.
Alessandro, que possui um extenso histórico criminal com 57 registros, incluindo furto, roubo, ameaça e um registro anterior por estupro em 2019, desobedeceu às ordens do policial e tentou fugir, mas foi contido. Testemunhas relataram que a vítima, que possui deficiência mental, pode ser considerada uma vítima de estupro de vulnerável. Após a prisão em flagrante, as equipes de polícia realizaram buscas na região para localizar a mulher e oferecer assistência médica e pericial, mas ela não foi encontrada.
O que aconteceu
Um policial militar à paisana salvou uma mulher em situação de rua de uma tentativa de estupro em Cáceres, MT, na madrugada de 29 de maio de 2026.
Por que importa
O caso destaca a importância da intervenção policial em situações de emergência e a vulnerabilidade de pessoas em situação de rua.
Números da matéria
- 57 — número de registros criminais de Alessandro Rodrigues Maciel
- 29 — data do incidente
- 220 km — distância de Cáceres a Cuiabá
Pontos-chave
- Um policial militar à paisana salvou uma mulher em situação de rua de uma tentativa de estupro em Cáceres, MT.
- O suspeito, Alessandro Rodrigues Maciel, de 33 anos, possui 57 registros criminais, incluindo um por estupro em 2019.
- A vítima, que possui deficiência mental, não foi localizada após a prisão do suspeito.
Frases-chave
"O sargento, que mora na região, saiu de casa após ouvir os pedidos de ajuda e foi até o local armado para intervir."
"A circunstância que pode caracterizar estupro de vulnerável."
Fonte original: G1 — leia a matéria completa no site original