Polícia Federal investiga condenados por enganar Justiça em Mato Grosso
A Polícia Federal cumpriu mandados em Cuiabá e Sinop contra condenados por fraudes judiciais.

A Operação Check mira condenados que simulavam cumprimento de penas em Mato Grosso.
A Polícia Federal deflagrou nesta sexta-feira (29) a ‘Operação Check’, cumprindo três mandados de busca e apreensão em Cuiabá e Sinop, em Mato Grosso, visando um grupo de condenados que supostamente enganava a Justiça durante o cumprimento de penas. Os investigados são acusados de apresentar informações falsas sobre seus endereços e vínculos de trabalho, simulando o cumprimento do regime semiaberto.
As investigações indicam que os suspeitos utilizavam documentos falsos e viajavam para comparecer a audiências judiciais, enquanto na verdade residiam em outras cidades. Um dos investigados, conforme apurado, vive em uma área sob a influência de uma facção criminosa no Rio de Janeiro.
A operação teve o suporte do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco/MT) e foi executada pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Mato Grosso (FICCO/MT). Os envolvidos podem ser responsabilizados por crimes como organização criminosa, fraude processual, falsidade ideológica e uso de documento falso, além de outras infrações que possam ser identificadas durante as investigações.
A Polícia Federal cumpriu mandados em Cuiabá e Sinop contra condenados por enganar a Justiça.
Os investigados podem enfrentar graves acusações, refletindo a luta contra fraudes judiciais em Mato Grosso.
Pontos-chave
- A Polícia Federal cumpriu três mandados de busca e apreensão em Cuiabá e Sinop, a 480 km da capital.
- Os investigados da ‘Operação Check’ apresentavam informações falsas à Justiça sobre endereço e vínculos de trabalho para simular o cumprimento do regime semiaberto.
- Um dos investigados vive em área sob influência de facção criminosa no Rio de Janeiro.
- A ação contou com apoio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco/MT) e cumprida pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Mato Grosso (FICCO/MT).
- Os investigados podem responder por organização criminosa, fraude processual, falsidade ideológica e uso de documento falso, além de outros crimes identificados durante as investigações.
Fonte original: G1 — leia a matéria completa no site original
Redação do Opinião 360.
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