Polícia conclui inquérito e aponta suicídio na morte da advogada Viviane Fidélis
A Polícia Civil concluiu que a morte da advogada Viviane Fidélis foi um suicídio, sem indícios de terceiros.

Investigação não encontrou indícios de participação de terceiros na morte da advogada Viviane Fidélis.
A Polícia Civil de Cuiabá concluiu o inquérito sobre a morte da advogada Viviane de Souza Fidélis, de 30 anos, encontrada sem vida em seu apartamento no dia 18 de setembro de 2025. A investigação, realizada pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), não encontrou indícios de que terceiros estivessem envolvidos no caso, levando à conclusão de que a causa da morte foi suicídio.
Viviane Fidélis, que atuava como advogada, foi encontrada em sua residência, e a apuração da polícia se concentrou em determinar as circunstâncias que cercaram sua morte. A ausência de evidências de participação de outras pessoas foi um fator crucial para a conclusão do inquérito. A polícia agora considera o caso encerrado, sem a necessidade de novas investigações.
A morte da advogada gerou comoção na comunidade local, levantando discussões sobre saúde mental e o apoio a profissionais da área jurídica, que frequentemente enfrentam altos níveis de estresse e pressão. O caso destaca a importância de se abordar questões de saúde mental, especialmente em profissões que lidam com situações adversas e desafiadoras.
A Polícia Civil de Cuiabá concluiu que a morte da advogada Viviane de Souza Fidélis foi um suicídio, sem indícios de participação de terceiros.
O caso destaca a importância de discutir saúde mental entre profissionais da advocacia, que enfrentam pressão constante.
Pontos-chave
- A Polícia Civil de Cuiabá concluiu que a morte da advogada Viviane Fidélis foi um suicídio.
- O inquérito não encontrou indícios de participação de terceiros na morte da advogada Viviane Fidélis.
Fonte original: Midia News — leia a matéria completa no site original
Redação do Opinião 360.
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