Investigação foi aberta após retirada de árvores na rua Baltazar Navarros, considerada inadmissível.
O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), anunciou nesta quarta-feira (27 de maio) a abertura de uma investigação para apurar a autorização da poda de árvores na rua Baltazar Navarros, que resultou em uma área quase desprovida de arborização. O caso ganhou notoriedade após a divulgação de vídeos que mostraram a extensão da intervenção. Durante uma coletiva de imprensa, Abilio afirmou que a autorização para o corte das árvores foi concedida por um servidor da Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb), após uma solicitação relacionada a uma obra do Governo do Estado na região. O pedido alegava que as árvores estavam comprometidas por cupins, mas o prefeito criticou a decisão, ressaltando que havia alternativas técnicas para preservar as espécies.
O que aconteceu
O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), abriu uma investigação sobre a poda irregular de árvores na rua Baltazar Navarros, após a área ficar quase sem arborização.
Por que importa
A retirada das árvores é considerada irreparável e levanta questões sobre a gestão do espaço urbano e a importância da arborização para a qualidade de vida.
Pontos-chave
- Abilio Brunini (PL) abriu investigação sobre a poda irregular de árvores na rua Baltazar Navarros.
- A autorização para o corte foi dada por um servidor da Limpurb após solicitação de uma obra do Governo do Estado.
- O prefeito criticou a decisão, afirmando que havia alternativas para preservar as árvores.
- O impacto da retirada das árvores é considerado irreparável, afetando a qualidade de vida na região.
- Um novo decreto endurece as regras para poda e manejo arbóreo em Cuiabá.
Frases-chave
"Não deveria ter sido autorizado tomar essa ação. Nós abrimos uma investigação contra quem autorizou, uma investigação sobre o ato."
"Uma árvore replantada no lugar não traz o resultado daquela árvore."
"Se alguém pedir para derrubar uma árvore por causa de fio, a Secretaria de Ordem Pública vai dizer: ‘não’."
Fonte original: Isso e Noticia – Politica — leia a matéria completa no site original