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Polícia conclui inquérito sobre morte de advogada e descarta envolvimento de ex-namorado

A Polícia Civil concluiu que a morte da advogada Viviane de Souza Fidelis foi um suicídio, sem envolvimento de terceiros.

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Inquérito concluiu que a morte de Viviane de Souza Fidelis foi um suicídio.

A Polícia Civil de Mato Grosso concluiu o inquérito sobre a morte da advogada Viviane de Souza Fidelis, de 30 anos, encontrada sem vida em seu apartamento no Residencial Acácia, em Cuiabá, no dia 18 de setembro de 2025. A investigação, realizada pela Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), descartou a hipótese de feminicídio e não encontrou evidências que apontassem para a ação de terceiros, incluindo o ex-namorado da vítima, que havia sido inicialmente considerado suspeito.

Durante a apuração, a polícia realizou diversas oitivas de testemunhas, perícias no local do crime e análises do celular da advogada. Apesar das dúvidas levantadas pela família sobre a versão oficial, que apontava para suicídio, a conclusão do inquérito foi de que a morte foi resultado de autoeliminação. O ex-namorado da advogada se manifestou durante a investigação, afirmando que seu celular poderia provar sua inocência.

Os autos do inquérito foram encaminhados ao Ministério Público em 4 de maio de 2026, onde um promotor de Justiça está analisando o caso. A conclusão da investigação levanta questões sobre a forma como a morte foi tratada inicialmente e o impacto que isso pode ter na percepção pública sobre casos semelhantes.

O que aconteceu

A Polícia Civil concluiu o inquérito sobre a morte da advogada Viviane de Souza Fidelis, descartando o envolvimento de terceiros.

Por que importa

A conclusão do inquérito levanta questões sobre a investigação de mortes de mulheres e a percepção pública sobre suicídios.

Números da matéria

  • 4 de maio de 2026data em que os autos foram enviados ao Ministério Público
  • 18 de setembro de 2025data em que Viviane de Souza Fidelis foi encontrada morta

Pontos-chave

  • A Polícia Civil concluiu que a morte de Viviane de Souza Fidelis, de 30 anos, foi um suicídio.
  • O inquérito descartou o envolvimento do ex-namorado da advogada na morte de Viviane de Souza Fidelis.
  • A investigação incluiu oitivas de testemunhas e perícias no local do crime.

Frases-chave

"O inquérito instaurado pela DHPP foi concluído no início deste mês, com o entendimento de autoeliminação da vítima (suicídio)."

"O ex-namorado da advogada, que havia sido apontado como suspeito, se manifestou dizendo que seu celular seria a prova de sua inocência."

Fonte original: Olhar Diretoleia a matéria completa no site original

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